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Uma “Gááta!!” obcecada com Oreos

Para sorte da Amélinha, aliás, da “Gatinhaa!!”, e do Jeremias, o seu humano está com eles todo o dia e toda a noite.

Os seis quilos do meu lindo e louco lince gato cão dormem, frequentemente, por cima de mim.

A Gatinha só se espalha com os seus três quilos pelo meu corpo quando me levanto umas horas mais tarde.

Durante o dia, ela fica a adorar-me no sofá ou nos tapetes com que delira.

E, muitas vezes, faz questão de dormir nas minhas pernas, no meu colo, enquanto atendo os clientes ao telefone ou lhes envio e-mails e mensagens.

Descansa, olha para mim e ronrona. Depois contempla-me, fecha os olhos e volta a fazer “rrrrrrrrrrr” baixinho, suave e docemente.

Quando há algum problema, maior ou menor, com os meus filhos patudos, agora torna-se mais fácil intervir e ajudá-los.

Se a Dra. Mágica dos Gatos está disponível (e tem estado sempre, ininterruptamente, desde há nem sei quanto tempo), ajusta-se a medicação, muda-se a alimentação, marca-se uma consulta para o dia seguinte ou até para antes.

De vez em quando lá estamos na esplanada à frente da clínica, à espera que ela e as gentis auxiliares cheguem, às oito da manhã.

Ultimamente até somos atendidos ali, minutos depois do pequeno-almoço.

Os gatos olham, cheiram, ouvem, absorvem os sons, as novidades e os aromas da rua avidamente.

No outro dia fui de Cacilheiro, de Metropolitano e a pé com a mais pequenina, a peso-pluma.

Foi um passeio relaxante, embora estivesse preocupado com o estado de saúde dela.

Depois das últimas consultas, graças aos Céus, os dois parecem muito melhor.

O apetite restabeleceu-se.

O Jeremias come, até demais, e passa o dia a pedir-me ainda mais ração, e a lamber vorazmente copos e pratos.

A Gatinha mia obsessivamente ao meu colo enquanto devoro Oreos ou pão sem nada.

Há dias estava tão doida que até a garrafa de vinho queria atacar.

À hora do almoço joga à bola comigo. Empurramos um esféricozinho de borracha um para o outro, uma e outra vez.

Agora que ambos parecem estar saudáveis de novo, podemos afirmar que a pandemia e o telé-trabalho nos têm tratado bem!

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